25
março
2015

Testei: água micelar “tudo em 1” da Garnier (substitui o Bioderma)

Postado por Ana em Maquiagem

Vou falar hoje de um irmão quase-gêmeo do demaquilante Bioderma que adquiri há pouco, a “água micelar tudo em 1 da Ganier“. Foi a solução de um problema de logística de beauté que eu tinha!

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Assim, aprendi a amar o demaquilante da Bioderma (no qual já desci a lenha há 5 anos). Só para relembrar: ele até tira máscara à prova d’água, mas não com a mesma facilidade de um demaquilante oleoso (tem que esfregar um pouco e acaba caindo no olho e em mim arde). E outra, aprendi o óbvio ululante de tirar rímel solúvel em água. Levando essas duas mudanças de hábito em conta, ele estava perfeito para mim, com um GRANDE problema: fora da França, ele é chato de achar. E em Lisboa, que comprei na farmácia, paguei mais de 15 euros (em 2011). Tá, tá, aqui na Batatolândia, na internet é até tranquilo de comprar e nem tão caro (15 euros para dois de 500mL, fora o frete – umas 50 dilmas). Mas sabe quando você quer ter um produto à mão? Que acha ali na esquina? E não quer ficar esperando carteiro tocar a campainha (não tenho porteiro)? Eu não teria nem pensado em mudar de marca se não tivesse batido o olho várias vezes em um similar: a água micelar da Garnier. Já tinha lido que várias marcas tinham sua água micelar demaquilante, e imaginava que seriam bem parecidas, se não iguais. Mas nunca tinha testado nenhuma. Estava esperando meu último Bioderma acabar para comprar o Garnier – até a embalagem é parecida, aliás. Mas adivinha se consegui esperar?

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Assim como o Bioderma, ele tem várias versões. Escolhi a para “peles normais e sensíveis” – apesar de ter a pele oleosa, ODIEI o Bioderma para peles oleosas, e em time que está ganhando…

Comprei logo pois estava curiosa, e usei muito nas últimas duas semanas. Eu comparei de todas as maneiras com o Bioderma, até teste cego fiz. Não vi diferença importante entre os dois. Ele também não tem cheiro, é leve, remove a maquiagem super bem. Mas um pequeno teste final, só para o post mesmo: usei máscara à prova d’água (da Givenchy) e daí sim, vi uma MINI MINI diferença. O da Garnier tem que esfregar um pouco mais para o rímel à prova d’água sair (mas sai). E isso comprovou-se no meu teste cego. Mas para mim isso é zero empecilho, pois como disse, não tenho mais este hábito. Para compensar essa MINI desvantagem, achei uma MINI vantagem – a abertura melhor, ela é um tiquinho maior então consigo embeber um cotonete (quando erro TODO o delineado, por exemplo) sem cair produto pra tudo quanto é lado.

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Para mim o preço não é tão mais vantajoso, até porque a embalagem é de 400 mL e custou uns 5 euros (20 dilmas). Mas a partir de agora vou continuar comprando o da Garnier pela comodidade ( aqui tem nas lojas DM). Ah, parece que o Bioderma vai chegar ao Brasil, mas todo mundo imagina que vai ser facada, né? Se a Garnier conseguir chegar logo também, acho que vai ser com preço menor! Uma dica para a Garnier é que, se quiserem realmente fazer concorrência com o Bioderma, podiam aumentar esse volume para 500mL, que aí não tem nem o que discutir.

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Se rolar mais visitinha a Paris, claro que não vou resistir aos superpack-pechincha do Bioderma, mas, por enquanto, bom saber que tenho outra opção!

Beijos

23
março
2015

“Alemães são mesmo frios?” e outras perguntas (vídeo)

Postado por Ana em Alemanha

Oiê! Como foram de final de semana? 🙂 Comecei por aqui com um post diferente – respondendo um e-mail em vídeo (foi idéia de quem escreveu). A Nicole perguntou algumas coisas sobre a Alemanha – ela é descendente de alemães mas nunca teve a oportunidade de conversar com alguém do país, daí queria a minha opinião sobre uns temas. Obrigada por escrever, adoro! 😉

Esse vídeo está entrando no blog mais como teaser mesmo – vou preferir focar o meu canal do YouTube em coisas mais pessoais, da vida por aqui, besteirinhas, etc! Por isso, por enquanto não vou linkar todos os vídeos aqui. Quem gosta de vídeos então, vai me seguir! 😉

Perguntas

1) Sempre leio que os alemães são “frios” quando se trata de sentimentos; se for assim, como que as pessoas acabam namorando na Alemanha? Aqui no Brasil, o homem brasileiro tem fama de ser um homem mais “sem-vergonha”, o homem alemão tem fama do que?

2) Qual o perfil de tipo físico da mulher alemã? É mesmo ser alta, loira, com um busto grande e quadril pequeno?

3) Quanto à educação dos filhos, tu acredita que eles são mais severos?

Gostaram? Alguém tem uma opinião diferente? Se quiserem saber minha opinião sobre outras coisas aqui, deixa aí nos comentários! 🙂

Beijos e até o próximo vídeo no YT!

20
março
2015

Enxaqueca – informações e a minha experiência

Postado por Ana em Saúde

Vocês sabem a diferença entre dor de cabeça “normal” e enxaqueca? Basicamente, esta última dá uma dor mais incapacitante – você não consegue continuar fazendo as coisas, tipo trabalhar. A dor pode durar de algumas horas até alguns dias. Geralmente ela é mais localizada, por exemplo, só em metade da cabeça. E, por fim, é bem mais acompanhada de sintomas como fotofobia (a luz incomoda horrores), fonofobia (qualquer barulho incomoda horrores) e enjôos/vômitos.

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Outra coisa que é mais típica da enxaqueca é a chamada “aura“, apesar de ser mais comum não tê-la do que ter! Aura é tipo um sintoma super esquisito que precede a dor: pode ser um cheiro estranho que você sente. Pode ser alguma alteração abrupta no seu humor. Pode ser algo esquisito na visão: vagalumes brilhantes que aparecem, ou até perda temporária da visão. Outra coisa típica da enxaqueca é o gatilho – aquilo que te provoca a crise. Nem sempre dá pra identificar, mas alguns gatilhos comuns são: vinho, queijo, exercício físico, estresse. E por fim – sabe de outra coisa super comum nesses casos? História familiar – outras pessoas da família também costumam ter. E … sexo feminino. Aliás, pílula anticoncepcional costuma aumentar a frequência em quem já tem. Uma coisa clássica da enxaqueca é que os remédios para dor de cabeça comum (ex: paracetamol) não costumam funcionar. Usam-se outros, como naproxeno, ibuprofeno, etc, que aliás têm várias contra-indicações, então não use sem indicação médica. E, para você ter chance de evitar/cortar a dor, você deve tomar esses remédios de preferência durante a aura (se você tiver e se perceber), antes de começar a doer. Para quem sofre com perda da qualidade de vida devido a episódios muito frequentes, existem tratamentos profiláticos a serem prescritos pelo neurologista. E, se você conhece os seus gatilhos, evite-os se possível.

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Enxaqueca & eu

Agora minha experiência pessoal com essa dita-cuja – eu tenho uma história familiar forte de enxaqueca e me considero até bem sortuda pela frequência que apareceu em minha vida. Os episódios que tive conto nos dedos de uma mão. Lembro em alguns casos isolados em minha infância, como por exemplo uma vez após apertar o aparelho no dentista ou outra vez após ser assaltada. Começava com aura – eu só sabia que havia algo esquisito com minha visão mas não sabia identificar o que era. Depois vinha uma dor horrível que me jogava à cama, no escuro, levemente nauseada. Eu observava que minha irmã tinha enxaquecas bem mais frequentes, desencadeadas por exercício físico extenuante. Ela teve, por exemplo, que parar de fazer capoeira, pois toda santa vez era a mesma coisa – e a dela era pior, pois ela vomitava muito.

Achei que ia ficar cega

ogrito

Eu só não imaginava que as coisas iam mudar um pouco por agora. Assim, eu sempre fui meio sedentária, mas tenho me exercitado mais no último ano. Tenho corrido com frequência – e corrida, para mim, é um exercício extenuante. Eu fico BEM cansada e chego em casa vermelha, um caco. Daí, um belo dia ano passado, cerca de 1 hora após correr, assistia televisão e comecei a ver que havia algo estranho com a legenda. “Algo estranho com a visão que você não sabe explicar o que é” costuma ser problema de campo visual. Foi piorando, piorando e resolvi testar meu campo: o campo visual inferior do olho esquerdo SUMIU completamente. Imaginem o meu pânico nessa hora. Meu marido achou que eu estava dando um piti hahahahhaa e falou: ôooo, calma, vem aqui. E eu: PQP meu filho, sou oftalmologista e se estou te falando que meu campo visual inferior do olho esquerdo sumiu, é porque SUMIUUU aaaaahhhh. E mesmo assim ele achava que era piti meu, porque eu tenho a reputação aqui em casa de ser hipocondríaca e dramática. #guilty kkkk Foi nesse nível – pensei no pior. Mas daí me veio um segundo de consciência e pá, lembrei na hora de enxaqueca e me recompus, esperando ansiosamente pela chegada da dor de cabeça. A perda visual não durou mais de dez minutos (como deve ser nesses casos). Daí depois chegou a dor de cabeça, bem localizada – a melhor dor de cabeça que já senti na vida, pois confirmou que era “só uma enxaqueca”. Daí semana passada aconteceu isso de novo após uma corrida. Acho que minha frequência vai ser uma enxaqueca a cada 40 corridas, algo assim. Não quero parar de correr, mas isso meio que mina meu sonho da meia-maratona, por exemplo – a não ser que eu progrida a passos de tartaruga anêmica. E outra, dependendo do episódio pode acontecer perda permanente no campo visual, de alguns pontos. Alguns colegas me tranquilizaram em relação a isso, mas, bem, está nos livros. Dá um medinho de arriscar…

Não custa lembrar: se tiver sintomas de enxaqueca, principalmente se forem novos ou mudarem de característica, um médico deverá ser consultado, inclusive para excluir outras condições mais graves que podem causar sintomas parecidos.

Desde que vinho não passe a ser um gatilho, eu não reclamo muito, prometo. hahhahaha E vocês, têm experiências com a dita-cuja?

P.s: coincidentemente após escrever o post fui ler as news na Spiegel e vi uma reportagem (vídeo) interessante sobre enxaqueca na Alemanha, o problema grande que ela representa e sobre o tratamento com Botox. Pra quem entende alemão, está aqui o link.

Beijos !

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