17
abril
2015

Testei: Mavadry, spray secante de esmaltes da Mavala

Postado por Ana em Unha

Um dos vários mitos de “na Alemanha não tem” é o tal do spray secante de esmaltes. Eu realmente acreditei nisso e assim que me mudei para cá notei que esqueci de trazer um spray do Brasil. Pra mim é fundamental, pois faço as unhas à noite. Daí entrei na Amazon e comprei o primeiro produto que apareceu lá, que por acaso era da Mavala. Isso tem um ano e paguei 10 euros (~35 reais) e ele é bem pequeno (150mL). Vou ser bem concisa: ele seca as unhas super bem, o cheiro não é bom, mas também não é ruim. A força do spray não é tão power igual a dos outros (que às vezes gelam os dedos se ficar perto demais) mas funciona normal.

mavala1

Depois viajei pra BH e trouxe um dos meus sprays de unhas favoritos, esse aqui da Care liss (uns 12 reais pra 400 mL):

mavala2

Além desse, gosto muito do vermelho da Impala também! Aliás, enquanto fazia o post me ocorreu uma coisa: a Impala tem algo a ver com a Mavala, ou rolou uma cópia descarada do logotipo?

impalamavala

Enfim … isso vai durar muuuuito, então nem estava preocupada com spray. Mas sem nem procurar vi andando por aí que a marca Essence tem seu sprayzinho secante de unhas “express dry spray“, a cara dele é boa e também não é caro. Daqui a um tempão, quando acabar o meu, eu compro pra testar! Bom saber, menos uma coisa pra trazer na mala – já basta lembrar de trazer alicates amolados (deve ter como amolar aqui, mas ainda não descobri) … E fora que quanto mais eu fazer uma brasilectomia nesse sentido, menos complicada fica minha vida, hehehe! Tentar viver com o que tem por aqui é o objetivo! 😉

essencesprayPróximo da lista

De volta ao Mavadry: ele funciona normal, mas na minha opinião é uma compra que, pelo preço, não faz sentido algum, inclusive pra quem mora aqui. Melhor usar o dinheiro para experimentar outro produto … Qual o spray secante favorito de vocês?

Beijos!

13
abril
2015

Onde o Danúbio nasce

Postado por Ana em Viagens da Ana

Acho que muita gente no Brasil conhece a Floresta Negra mais pelo nome da torta homônima que surgiu aqui nesta região. A torta original, aliás, é bem menos doce que a nossa, com muitas cerejas azedinhas e álcool. 🙂 Outra coisa daqui que é super conhecida são os relógios-cuco (um grande original custa pelo menos 1000 euros, aliás). A região abrange muito mais do que Freiburg e tem 6000 quilômetros quadrados e várias outras cidades nas suas entranhas. Ao longo de todo o caminho são muitas árvores apiculadas, tudo super denso, com várias montanhas, gargantas e vales – a floresta vista de longe tem um aspecto escuro, daí o nome.

sch1

Ontem, no meu primeiro “aniversário de mudança de país“, aproveitei que era domingo e o tempo estava perfeito e fomos passear em alguns locais desta área, até chegarmos a uns 70km daqui. As paisagens mais lindas infelizmente são vistas de dentro do carro (ou trem), então vou ficar devendo. Tirei, contudo, fotos em Donaueschingen e da região do lago Titisee – os dois locais são super turísticos, não imaginava que eram assim.

schw3O lago Titisee em Titisee-Neustadt. Esse é o padrão de árvores que se repete por toda a região.

sch10Titisee

Em Donaueschingen é onde nasce o Rio Danúbio (em alemão, Donau) e lá tem um poço famoso que é a chamada “origem do Danúbio”, a Donauquelle. Na verdade, o rio é formado ali perto do poço, onde você vê os rios Breg e Brigach se convergindo bonitinhos. Dali o Danúbio atravessa boa parte da Europa até sua foz no Mar Negro, na Romênia. Até há algumas décadas havia uma briga com a cidade de Furtwangen, que também reinvidicava ter a “origem do Danúbio”. No fim das contas, o “título” ficou oficialmente com a cidade que leva Donau no nome mesmo – eu só não contava que o tal pocinho ia estar todo fechado e em construção. Foi a mini-decepção do dia – mas tomei uma Fürstenberg para compensar a chateação, rs!

sch9Donaueschingen

sch8Donauquelle: faiô!

sch7Donaueschingen

sch6Donaueschingen

sch5Tinha essa nuvem escura, mas juro que estava sol, haha!

sch2Bonecas com a roupinha típica da Floresta Negra

sch4Parque próximo à Donauquelle

Eu já fiz uma retrospectiva do último ano neste post aqui! Ao longo deste passeio eu estava muito feliz e foi inevitável ficar observando e “namorando” a data. Bom, ainda tem muuuuito mais de Floresta Negra a ser explorada … quem sabe no próximo domingo?

Uma ótima semana a todos!

Beijos!

09
abril
2015

Testei: xampu a seco da Batiste (cereja)

Postado por Ana em Cabelo

Eu já falei aqui que, por ter que lavar o cabelo todo dia antes de sair, só usava xampu seco bem raramente, em situações específicas. Estou muito satisfeita, obrigada, com o xampu seco do Lee Stafford (postei aqui). Acontece que recentemente me tornei uma usuária frequente de xampu seco. Não que eu tenha conseguido deixar de lavar os cabelos todo dia, mas devido a algumas mudanças de horário me vejo o usando mais entre as lavadas. Tem dia que não tem jeito e tenho lavar à noite (sempre gostei de lavar antes de sair para o trabalho). Daí, na manhã seguinte, uso antes de sair de casa. Também me desapeguei um pouco das pontas amassadas. Se antes eu notava que tava amassado, eu molhava, secava e saía. Agora eu só passo o pintão nas pontas e vou-me. Além disso, tenho evitado pentear o cabelo seco em excesso e passar a mão o tempo todo para ajeitar. Estou mais ok com cabelo bagunçado.

batiste1

batiste2

Neste embalo, resolvi experimentar o xampu seco da Batiste, um dos mais famosos do mercado. Eu estava em frente a uma Boots no Heathrow com uma nota de 5 elizabeths nas mãos e entrei para ver o que dava pra comprar com isso. hahaha que vergonha! Daí vi vários Batistes, um de cerejinha e não resisti. Tudo bem que descobri depois que vende a linha toda nas lojas Douglas aqui da Alemanha, por um precinho bem camarada.

batisteovofritoPor vocês e pelo blog, completei 36h, hahaha.

batistedepoisObs: não acho que aumenta o brilho, foi questão de foto mesmo

Olha, usei váaaarias vezes. E sim, é melhor que nada, e vocês podem ver que absorve SUPER BEM a oleosidade. Mas notei que o pozinho branco dele é BEM mais grudento que o do Lee. Me dá um trabalho danado para certificar que não tem nada e mesmo assim às vezes falha. Outro dia meu marido teve crise de riso no supermercado porque eu tava com um monte de talco branco no redemoinho (é difícil ver o redemoinho no espelho). Além disso, além do pó, acho que ele cria umas sujeirinhas não-identificadas no cabelo – uns fiozinhos bem finos e brancos, sei lá, que dá impressão de sujeira. Se tratando de Batiste é importante REALMENTE chacoalhar muito o spray, aplicar REALMENTE a 30 cm de distância e NÃO EXAGERAR. No caso do meu cabelo, se só dou uma sprayadinha realmente não serve pra nada, porque é muita oleosidade. Então pode ser por isso que não tenha dado muito certo para mim: se aplico pouco, não vejo efeito. Se aplico muito ele gruda irritantemente e fica difícil tirar o branco.

Ah, esperava mais do cheiro, viu? Achei que ia ser algo de cereja mesmo, mas achei enjoativo/esquisito. Cheiro bom mesmo é do xampu a seco do Lee. #TEAMLEE #LEEEUTEAMO #LEEMEDÁJABÁ

Assim que acabar meu Lee, vou comprar a versão para cabelo castanho escuro (apesar da caca de luzes que fizeram, a raiz está escura) para evitar essa preocupação de “estou saindo igual pepe le gambá?”.

Onde comprar: comprei na Boots, mas aqui na Alemanha tem na Douglas, no Brasil é super fácil, veja onde comprar aqui (custa em média 20 reais).

Como ele puxa bem o óleo e hoje eu estou de bom-humor porque está fazendo sol, vou dar nota 3! 🙂
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