24
julho
2011

Telangiectasias, as inimigas estéticas das pernocas

Postado por Ana em Corpo, Saúde

Quem aí não quer ter as pernas lisinhas, lisinhas hein?!

A gente tem o costume de chamar qualquer coisa “verde” na perna de “varizes“, não é? Mas na verdade as varizes são veias dilatadas e palpáveis, em geral de diâmetro maior que 4mm. É uma condição que, além de feia, cursa com uma série de sintomas e sinais, do mais simples (inchaço) ao mais grave (úlcera de estase).

Bom, mas e aqueles famosos “vasinhos” ? São as telangiectasias (“spider veins”), veias dilatadas dentro da derme que não costumam passar de 1mm de diâmetro. Algumas vezes elas também podem cursar com alguma dorzinha no local. Só que, nessa altura, o que faz a mulherada correr para o consultório é realmente o aspecto estético.

Tanto as varizes como as telangiectasias são doenças venosas crônicas. O grande vilão para que apareçam é a hereditariedade. Se sua mãe, avó, tia têm, se prepare. Idade avançada, número de gestações, muito tempo em pé são outros fatores que favorecem seu aparecimento. Só se engana quem pensa que é algo exclusivo de mulheres. Com certeza é mais frequente na gente, principalmente por causa da ação do estrógeno, mas os homens também podem sofrer com as malditas. Apesar de que, no caso das telangiectasias, eles não vão se importar, já que a cabelereira nas pernas tampa tudo né?? haha

Bom, eu sou do time das telangiectasias, que estragam muito um look composto de saia ou shortinho. Já existem vários tratamentos para combater os vasinhos, como o laser (menos comum) e a escleroterapia.

Escleroterapia

É adequada para tratar as microvarizes/telangiectasias em vasos de até 1mm de calibre. Como você sabe o tratamento adequado? Indo no médico (cirurgião vascular), sendo examinada e fazendo o exame de imagem que ele vai pedir.

Neste tratamento é feita uma injeção de um líquido muito concentrado dentro do vasinho que vai fazer com que ele desapareça. Pode ser também feita com uma espécie de espuminha. Não vou mentir para vocês, o trem dói pra burro. Eu ainda não fiz, estou criando coragem. Mas tenho em minha mente minha irmã chegando em casa miando de dor após as sessões. hehehe
A boa notícia é que atualmente tem sido usado também um método menos dolorido, a crioescleroterapia. Os produtos são os mesmos só que são injetados em uma temperatura baixíssima, que funciona como um pequeno anestésico e ainda destrói mais os vasinhos, reduzindo o número de sessões e os roxões que aparecem após as aplicações.

Após cada sessão, os locais das aplicações ficam roxos e assim ficarão até que o sangue que extravasou dos vasinhos seja reabsorvido. Então nada de fazer isso logo antes de ir à praia, achando que vai arrasar, hein?? :laugh: Até porque o sol é proibido após as aplicações.

Todos os tratamentos possuem contra-indicações e possibilidade de efeitos indesejáveis (como hiperpigmentação no local). Lembro que, apesar do tratamento, com o tempo outras surgirão, dependendo da sua predisposição genética. Escolha um médico bão e tire suas dúvidas com ele…

Obs: bastou uma googlada para eu achar vários pacotes de escleroterapia naqueles sites de compra coletiva. Se fazer carboxiterapia por essas clínicas já é uma grande bobagem, nem vou comentar sobre mexer nos vasos com qualquer um. Loucura total, não caiam nessa por favor !

Beijos!

22
julho
2011

Ana e as californianas – relato de caso

Postado por Ana em Cabelo, Crônicas cosméticas

Abstract

Chegou então o dia de ir no salão e fazer as luzes ombré. Ao conversar com o cabelereiro ele disse : “ah, ombré eu não acho muito legal, porque mexe com vários tons, sabe?“. Aí entra a primeira lição: ir ao cabelereiro é semelhante a ir ao cirurgião plástico. Você pesquisa e escolhe antes, aí na hora da “consulta” você diz o que prefere, fala de seus medos e dúvidas :laugh: mas se ele achar que algo não é boa idéia, não force a barra. Neste caso, é claro que, por não achar bom, ele não faz ombré quase nunca e o resultado poderia ser catastrófico.

Material e método

Então, cortei o cabelo com ele e fui fazer as californianas, como ele sugeriu. Aquele jeito clássico de fazer mechas: fazendo mil maçarocas no cabelo e colocando papel alumínio. Confesso que foi um alívio não passar pela tortura que é ter fios puxados pela touca. Mencionei o caso da minha amiga L. e mostrei a foto da Jessica Biel. Realmente: cabelos diferentes, resultados diferentes. O cabelo da L. é enorme, então nela as luzes realmente ficaram com aspecto de californianas. O meu cabelo é curto, significando que qualquer mecha nas pontas já atinge quase a raiz hehehe

Acima uma foto do “imediatamente antes”. Acho que ,no final das contas, após 6 anos eu realmente tinha bastante luzes no cabelo. Engraçado, por que diabos meu cabelo sempre parecia mega escuro (para mim e para todo mundo, sempre falavam que eu devia fazer mais luzes)? Seria uma espécie de distorção da verdade, anorexia capilar? :laugh:

Resultados:

Hoje, após lavar os cabelos, ele estava assim:

– Fiquei muito loira, muito mais do que esperava.
– Não tenho mais 3 horas disponíveis na minha vida para ficar sentada no salão (mas pelo visto tenho pra postar no blog hahaha), então vai ficar assim mesmo.
– Meu cabelo terá luzes californianas em aproximadamente 4 meses . Não sei o que meu cabelo tem no momento, mas não são californianas… rsrsrs
– O brilho não está amarelo Geisy, pelo menos isso né !

Conclusão:

– Só me f….. :laugh:
– Gostando ou não, sem drama. No final das contas, é só cabelo né gente? Não é honra, nem felicidade, nem amor, nem comida… :laugh:
– Todo mundo sabe que no primeiro dia as luzes ainda não estão com o aspecto definitivo, então estou esperando que elas espalhem mais pela próxima semana.

Agora, olhando para trás (drama), vejo onde esteve meu possível erro. Eu disse que queria dar uma aloiradinha. Gente, cabelereiro não entende diminutivos: cortar uns dedinhos, dar uma aloiradinha, dar uma mudadinha, repicadinha. Sério, muito cuidado ao usar essas palavras. haha


Beijos da Xuxa

21
julho
2011

Como você segura a bolsa?

Postado por Ana em Moda

Eu acho muito engraçado ver como os outros seguram a bolsa, em especial nas fotos internet afora… Claro que isso varia com o tamanho e tipo de alça e, talvez, na maioria das vezes as pessoas (normais hehe) nem parem para pensar em como estão segurando as benditas.

Mostrando a it-bag

Eu acho muito engraçado como as celebrities, it-girls, it-bloggers, seguram a bolsa… hehehe Como fazem parte do look, devem ser mostradas, né? Então elas seguram passando a alcinha pelo punho, colocando o design e marca da bolsa em evidência. Como eu não tenho it-bag (afinal, como diz a Val Marchiori – Hoje em dia, Louis Vuitton até babá tem – kkkk) e não acho muito confortável segurar bolsa assim, não sou muito fã desta forma. Mas no dia que eu tiver uma Hermès isso vai mudar, viu??? :laugh:

Doutor vai à luta

Quando o tamanho das alças permite, esta é minha forma favorita de segurar. Como se fosse uma maletinha de médico de antigamente (dizem que esta foi a inspiração da Speedy, aliás). É uma forma meio séria e bronca de carregar bolsa, mas eu góstiu. A

Prática e anti-pivete

Em minha vida de andanças pelas ruas de BH, esta forma prática e sem glamour é a predominante. Quer dizer, alguns modelos de bolsas chiques (como a flap bag da Chanel) com alças longas pedem para ser carregadas assim, né? Aí o pessoal fica meio desesperado tentando fazer a it bag tombar pra frente. Quem investe num C de Chanel não é pra esconder, né? kkk

Igual clutch

Tem gente que segura bolsa normal igual clutch, ignorando as alças. Só tem uma situação em que faço isso, que é quando o esmalte ainda não secou hahaha

E vocês, como carregam a bolsa? Ou são ocupadas demais para sequer prestarem atenção nisso?? hehehe

Beijos!

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